Dogville
Uma moça chega a uma cidade isolada, Dogville. Lá ela faz muitos amigos. Pensa até em ir embora, mas resolve ficar porque tem amigos. Um dia, um policial chega e cola um cartaz de procurada com o rosto da moça. E gangsters depois chegam e dão um cartão para se acharem ela. A população da cidade então impõe que a moça trabalhe 10 horas por dia ajudando os outros. E vai aumentando... ela tenta fugir e acaba sendo estuprada, colocam uma coleira de ferro presa a uma roda de ferro pesada para ela não poder fugir. As vizinas quebram duas de suas porcelanas que ela no inicio trabalhou para comprar, e dizem que se ela chorasse, quebrariam as outras. A moça ficou magoada e chorou. Quebraram as porcelanas, então. Ela sofria sem fim. Tinha apenas um aliado: Tom.
Eu normalmente não conto os finais dos filmes, mas nesse filme, o final importa muito. Continue lendo para saber o final. Há um conselho na cidade. Ninguém defende ela. A população pede para Tom escolher entre ela e os cidadãos de Dogville. Ele escolhe os cidadãos e liga para os gangsters, para entrega-la. Os gangsters chegam no dia seguinte. Era o pai dela que queria que ela voltasse a ser gangster, e ofereceu a sua filha os poderes sobre os gangsters imediatamente. Ela aceita e ordena a primeira coisa: Que os gangsters queimem Dogville e matem todos. Mas com um detalhe: Na casa de sua vizinha Vera, a que falou aquilo sobre quebrar as porcelanas, ela ordenou que primeiro os gangsters matassem um filho dela, e mandou que dissessem a ela que se ela chorasse, os outros morreriam também. No final de tudo, só sobrou o cachorro da cidade, o único que merecia viver naquele horror de lugar. Dogville, cidade do cachorro, em português.
Beijos


