Meu Perfil
BRASIL, Sul, PORTO ALEGRE, Mulher, de 08 a 12 anos, Portuguese, English, Informática e Internet, Arte e cultura, Pensar e Refletir sobre a vida
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Gosto de:
Me divertir,
minhas amigas,
minha escola,
livros, blogar...
e tantas coisas mais!

Nome:Luísa
Idade:12 anos
Falo:Inglês, Português
e Espanhol.
Sou:louquinha,
Simpática, risonha
e estudiosa.
Moro em:Porto Alegre



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Texto Fictício - 04

Texto Fictício - 04

Quando Dinho dirige-se ao trabalho, seu chefe lhe diz:

-O Pingo foi lá na casa e... não achou nada suspeito. Só dentro dos tubos de creme, ele achou... Quer ver você mesmo?

-Quero.

Dinho corre até a sala dos detetives e inspetores, e vê uma plaquinha sobre a mesa escrita "Tarcídio Haus". Só tinha um crime ali. O do senhor com os pulsos cortados. Mas ele achou tremendamente estranho o fato de as duas escovas estarem completas e tudo, quando ele sabia que no lugar do cabo tinha uma faca, e na outra um garfo.

Foi ver o tal líquido dos tubos e notou que estava mais azul do que antes. Tinha ali o tubo de detergente da pia. Este estava vazio.

"Ele repôs" - pensou Dinho - "E por que?" Voltam as perguntas na cabeça de Dinho: "Quem nos prendeu no banheiro?" "Por que o fez?" "Quem matou esse senhor de idade?" "Porque as escovas de dente tinham talheres do outro lado?" "Por que Pingo escondeu as escovas verdadeiras?" "E por que trocou o detergente dos tubos?"

Ele exclama:

-Pingo queria incriminar-me!


Categoria: texto/comentario
Escrito por Lu às 13:34:43 [ ] [ envie esta mensagem ]



Texto Fictício - 03

Texto Fictício - 03

Dinho lembra que está com sua chave de casa.

Pega ela e tira os parafusos da maçaneta. A maçaneta cai. Agora Feliz e Dinho conseguem arrombar.

Dinho e Feliz, à paisana, descem correndo as escadas e saem da casa. Caminham juntos até a casa de Dinho. Ele vai abrir a porta do prédio quando nota: esqueceu a chave pois usara para tirar parafusos. O prédio dele não tem porteiro nem zelador, e o síndico não tem as chaves dos demais apartamentos. Ele poderia pedir a chave à um visinho, mas de que adiantaria se não poderia entrar em sua casa?

Dinho vai com Feliz até a velha mansão. Feliz abre a porta com lentidão. Encontram uma figura sinistra em um sobretudo preto.

A figura pergunta: "Quem são vocês e o que fazem aqui?"

Dinho responde:

-Somos Claudiano e Felizberto, e você?

-Ah...olá. Sou Pingo, inspetor encarregado do caso. - diz ele, sorrindo sinistramente.

-Vim aqui buscar a chave de minha casa, que esqueci no banheiro do segundo andar.

-Porque esteve aqui? Quando esteve? Esse Felizberto estava contigo? Por onde andaram? Descobriram alguma prova?

-Estive aqui hoje. Andamos por aí...por uns cômodos... Nenhuma prova.

-Pegue sua chavezinha.

Dinho e Feliz voltam à suas respectivas casas.


Categoria: texto/comentario
Escrito por Lu às 23:35:13 [ ] [ envie esta mensagem ]



Texto Fictício - 02

Texto Fictício - 02

Após cochilar um pouco, Feliz pergunta à seu companheiro: "Dinho, quem é o inspetor Pingo?"

E Dinho, de bate-proto, responde: "Não tenho a mínima idéia".

Os dois entreolham-se e Dinho levanta-se e pergunta à seu chefe:

-Quem é Pingo?

-Um inspetor.

-Qual seu verdadeiro nome?

-Já que você e esse seu estagiariozinho não tem nada pra fazer, porque não cochilam um pouco?

Os dois ficam calados.Dinho cochicha à Feliz:

-Vamos investigar o caso. Assim, quem sabe, você não é contratado e eu ganho uma promoção?

-Tá bom.

-Então tá. Te vejo amanhã às duas na casa empoeirada.

-Tá. ZZZZzzzzzz

No outro dia, após várias conversas sobre os times flamengo(dinho) e fluminense(feliz), pelos quais cada um torcia, vários cochilos de Feliz e o aumento das olheiras de Dinho, os dois voltam para casa: Dinho, para o apartamento de 30m² que mantém com seu minúsculo salário, e Feliz para a casa de sua mãe, de onde ainda não saiu.

Lá estavam eles, às duas horas da tarde na imensa mansão.Parece que ninguém havia entrado lá.Estava tudo igual.

Inspetor Pingo com certeza abandonara o caso.Nem aqueles riscos de giz no chão, aquelas luvas "higiênicas" estavam lá. Dinho, que com aquelas olheiras mais parecia um mafioso, vai ao banheiro do segundo andar "dar uma olhada no que pode pegar emprestado" daquela casa para as marcas de noites de sono sacrificadas. Mas só encontra dentro de todos os tubos, mesmo os que deveriam conter um creme, o mesmo líquido azul-claro.

Desce correndo as escadas para contar a novidade para Feliz, que estava achando o detergente e os pratos da cozinha muito suspeitos. Dinho grita:

-Olha, burro! Encontrei este líquido azulado aqui em todos os tubos de medicamentos!

-Legal, o assassino gostava de que as coisas fossem limpas.

-O que?

-Isso é detergente. Este aqui que eu estou olhando, ainda por cima.

-Porque não olha a data de fabricação desse detergente que você está segurando?

-Ah, sim...Está riscada.

-Como?

-Riscada.Com uma caneta azul que falha em traços horizontais.

-Não acredito...Até nisso pensaram.

-Mas o que será que o assassino fazia com detergente?

-Não sei.

Feliz sobe correndo as escadas.Abre a porta do banheiro.Mexe no armário de remédios de novo. Dinho sobe atrás e vê novamente o tal armarinho.

Feliz comenta:

-Olha que limpinhas as escovas de dentes!

Dinho tira da haste uma escova de dentes. Nota algo muito estranho: Do lado que devia ser o cabo da escova, há um garfo.

Feliz deduz:

-Se este é um garfo, o outro é uma faca!

E pior. Feliz estava certo.

Os dois fecham os olhos e começam a pensar para que isso serviria.

Ouvem um estrondo.Assustam-se e notam que a porta fechou-se.Dinho tenta abrir. Mas a porta está trancada. Eles tentam arrombar, mas a porta é muito forte.Entram em profundo pânico.


Categoria: texto/comentario
Escrito por Lu às 00:15:12 [ ] [ envie esta mensagem ]




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